quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Trilhas de Jacarepaguá: Caminhando pela nossa História



      No mês de outubro o professor Val Costa levou os seus alunos do C.E. Stella Matutina para uma atividade de Campo no Parque Estadual da Pedra Branca. O percurso iniciou-se de frente à Capela de São Gonçalo de Amarante, uma das mais antigas da Baixada de Jacarepaguá, construída em 1625. Ao longo do trajeto os participantes visitaram a comunidade quilombola do Alto Camorim e a estação de tratamento de água da CEDAE, construída em 1908. O Evento faz parte do projeto “Trilhas de Jacarepaguá – Caminhando pela nossa História”, realizado pelo professor há 8 anos. Esse projeto visa apresentar o patrimônio histórico e natural da região de forma lúdica e interativa. 



segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Jacarepaguá: 420 anos de História

Entre 1555 e 1567 a região da Baía de Guanabara foi palco de vários conflitos entre portugueses e franceses. Liderados por Nicolas Durand de Villegagnon, os súditos do rei Henrique II tentaram consolidar uma colônia no Rio de Janeiro, a França Antártica. Durante essa disputa foi fundada, no dia 1º de março de 1565, entre o Pão de Açúcar o morro da Urca, a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Estácio de Sá, seu fundador, morreu em decorrência de uma flechada no rosto, no dia 20 de fevereiro de 1567. Substitui-o no governo da capitania do Rio de Janeiro seu primo, Salvador Correia de Sá. Nesse mesmo ano, o governador doou sesmarias na planície costeira compreendida entre o Maciço da Tijuca, o Maciço da Pedra Branca e o mar para dois auxiliares administrativos: Jerônimo Fernandes e Julião Rangel.

Em 9 de setembro de 1594, os filhos de Salvador Correia de Sá, Martim Correia de Sá e Gonçalo Correia de Sá, solicitaram ao seu pai as terras da Baixada de Jacarepaguá, alegando que os sesmeiros originais não desenvolveram nenhuma atividade econômica nelas. Segundo as Leis de Sesmarias, terras que não eram cultivadas durante o prazo de 30 anos voltavam às mãos da Coroa Portuguesa. Sob esse argumento, os dois irmãos pediram as terras e tiveram sua solicitação atendida.

Uma das lagoas que formam o complexo lagunar dessa planície empresta-lhe o nome, Jacarepaguá, que vem da família linguística Tupi-Guarani, significa “lagoa rasa dos jacarés” (upá=lagoa, guá=rasa  e iakaré=jacaré).


A Lei N.º 5.146, de 7 de Janeiro de 2010, que institui o Calendário Oficial de Eventos e Datas Comemorativas da Cidade do Rio de Janeiro, estabelece o dia 9 de setembro para a comemoração do aniversário de Jacarepaguá. 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Zona Oeste: o berço do futebol brasileiro


Quem trouxe o futebol para o Brasil? Qualquer pessoa que conhece minimamente o esporte bretão responderia que foi o paulistano Charles William Miller. A primeira partida organizada por ele ocorreu no dia 14 de abril de 1895, no Brás, bairro paulistano, onde os empregados da Companhia de Gás enfrentaram os funcionários da São Paulo Railway Company.

Essa história vem sendo questionada por um grupo de pesquisadores e moradores do bairro de Bangu. Segundo eles, o “pai” do futebol brasileiro foi o escocês Thomas Donohoe, funcionário da antiga Companhia Progresso Industrial do Brasil, mais conhecida como Fábrica Bangu. Alguns desses estudiosos acreditam que Donohoe, um apaixonado por futebol, teria solicitado que seus parentes trouxessem da Europa uma bola, um bico para enchê-la e algumas chuteiras, que foram utilizadas pelos operários na primeira partida de futebol em solo brasileiro, realizada em setembro de 1894, no terreno ocupado atualmente pelo Bangu Shopping.

                                     Fotos: Andréa Vieira 
                                                                       
Para marcar esse acontecimento, no dia 5 de junho foi erguida uma estátua em homenagem a Thomas Donohoe, no estacionamento do shopping. O monumento foi produzido pelo cenógrafo Clécio Régis e tem seis metros de altura. Nele, a estátua do escocês está sobre um Globo Terrestre.

sábado, 17 de maio de 2014

Professor Val Costa é destaque no Globo Barra



O professor Val Costa foi destaque no caderno “Globo Barra”, do Jornal “O Globo”, no dia 24 de abril. Ele ficou entre os 30 finalistas do concurso promovido pela prefeitura do Rio de Janeiro para escolher propostas que pretendem tornar a cidade mais atrativa para os moradores e turistas. Val propôs a criação de um Corredor Histórico-Cultural na Baixada de Jacarepaguá. A proposta ficou disponível no site http://www.rio450anos.com.br/ durante o mês de abril e obteve 9 mil votos.

sábado, 19 de abril de 2014

Autores do livro “Desvendando a Barra da Tijuca e Jacarepaguá” são citados em reportagem sobre o Dia Mundial do Livro

Os autores Val Costa e Luciana Araujo foram entrevistados pelo Jornal “Nosso Bairro Jacarepaguá” em uma matéria sobre o Dia Mundial do Livro. Os escritores destacaram a importância da leitura e afirmaram que ela é um instrumento de construção da cidadania de um povo. Confira a matéria completa abaixo.




sábado, 1 de fevereiro de 2014

Professor Val Costa participa de Seminário na Colônia Juliano Moreira

No dia 30 de novembro de 2013, o Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá (IHBAJA) participou do seminário “Colônia Juliano Moreira: cartografias de um corpo de memórias em transformação”, realizado pelo Museu Bispo de Rosário, na Colônia Juliano Moreira. Os professores Janis Cassília e Val Costa, integrantes do IHBAJA, palestraram sobre a história da Colônia e sobre a ocupação de Jacarepaguá. 



quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Missa na Capela de Nossa Senhora dos Remédios

No dia 14 de setembro, foi realizada a tradicional missa na Capela de Nossa Senhora dos Remédios e Exaltação da Santa Cruz.  Localizada na Fazenda da Taquara, também conhecida como Fazenda da Baronesa, esse templo, que possui frontão e campanário barrocos, foi construído em 1738.   A propriedade possui um importante acervo arquitetônico que, além da capela, engloba a casa-sede da fazenda, datada da segunda metade do século XVIII.  A casa e a capela são tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN – através do Decreto-Lei nº 25, de 30 de novembro de 1937.  Atualmente a propriedade pertence aos descendentes do Barão da Taquara, que preservam exemplarmente as construções históricas bem como a grande área verde no entorno das mesmas.


Foto: Valdeir Costa
Capela N. S. dos Remédios